
Segundo Sebastiani (1987) em toda sociedade, a atividade matemática deveria ser reconhecida e preservada como parte integrante da cultura, e o currículo escolar deveria refletir o pensamento de um povo. A etnomatemática, como um método de ensino, responde mais de perto a essas preocupações, pois relacionar o contexto sociocultural e ambiental com a disciplina, faz parte da teoria Etnomatemática.
ETNOMATEMÁTICA
Como trazer o conhecimento étnico para as aulas de matemática?
Sebastiani (1987) destaca que o conhecimento da realidade social, política e econômica onde a escola está inserida é o primeiro passo; a etnografia de um tema específico deve então acompanhar o conhecimento da realidade como um todo, não se deixando restringir somente a esse tema. Por outro lado, a codificação do conhecimento étnico nem sempre é feita da mesma maneira que o é na ciência institucional. Então uma pesquisa em etnomatemática tem que procurar essas codificações nas construções de casas, jogos infantis, histórias e mesmo nas manifestações religiosas. Seguem a etnologia – ou seja, análise da pesquisa feita – e a modelagem matemática para procura da solução, de soluções ou de não solução. Aqui aparece o professor, transmissor de técnicas e estratégias que visam a solução. Ele por conseguinte, deve estar consciente de qual solução matemática será mais abrangente para tal modelagem, e também, de qual conhecimento matemático está ao nível dos estudantes a que se destina. Segundo o autor, não existe uma matemática, mas cada sociedade constrói a sua matemática.
Sebastiani (1995) afirma que o estudo da “Matemática-materna” (Etnomatemática) dos povos indígenas pode contribuir na educação matemática dos não-índios, pois mostra como a matemática é uma ciência construída pelo homem, sem verdades absolutas e temporal; a construção deste conhecimento é fruto de um meio social e tem reflexos dele a todo momento; a valorização do saber indígena faz com que os não-índios entendam melhor a sua cultura e respeite os construtores de qualquer cultura; ver a matemática inserida numa cultura, com significado, faz com que o processo de aprendizagem seja também significativo e cria o sentido crítico deste saber.
É preciso chegar à escola a concepção de uma matemática construída pelo homem, imperfeita e sem verdades universais, uma matemática sendo construída passo-a-passo, dentro de realidades sociais de cada época, e é isso que a matemática dos povos indígenas nos mostram.
Nossa geração foi educada que a matemática trazia a verdade absoluta e não podíamos questionar.
ETNOMATEMÁTICA
Como trazer o conhecimento étnico para as aulas de matemática?
Sebastiani (1987) destaca que o conhecimento da realidade social, política e econômica onde a escola está inserida é o primeiro passo; a etnografia de um tema específico deve então acompanhar o conhecimento da realidade como um todo, não se deixando restringir somente a esse tema. Por outro lado, a codificação do conhecimento étnico nem sempre é feita da mesma maneira que o é na ciência institucional. Então uma pesquisa em etnomatemática tem que procurar essas codificações nas construções de casas, jogos infantis, histórias e mesmo nas manifestações religiosas. Seguem a etnologia – ou seja, análise da pesquisa feita – e a modelagem matemática para procura da solução, de soluções ou de não solução. Aqui aparece o professor, transmissor de técnicas e estratégias que visam a solução. Ele por conseguinte, deve estar consciente de qual solução matemática será mais abrangente para tal modelagem, e também, de qual conhecimento matemático está ao nível dos estudantes a que se destina. Segundo o autor, não existe uma matemática, mas cada sociedade constrói a sua matemática.
Sebastiani (1995) afirma que o estudo da “Matemática-materna” (Etnomatemática) dos povos indígenas pode contribuir na educação matemática dos não-índios, pois mostra como a matemática é uma ciência construída pelo homem, sem verdades absolutas e temporal; a construção deste conhecimento é fruto de um meio social e tem reflexos dele a todo momento; a valorização do saber indígena faz com que os não-índios entendam melhor a sua cultura e respeite os construtores de qualquer cultura; ver a matemática inserida numa cultura, com significado, faz com que o processo de aprendizagem seja também significativo e cria o sentido crítico deste saber.
É preciso chegar à escola a concepção de uma matemática construída pelo homem, imperfeita e sem verdades universais, uma matemática sendo construída passo-a-passo, dentro de realidades sociais de cada época, e é isso que a matemática dos povos indígenas nos mostram.
Nossa geração foi educada que a matemática trazia a verdade absoluta e não podíamos questionar.
Hoje podemos ajudar nossos alunos a ver a matemática de maneira mais crítica e com sentido, sem verdades universais.
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